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Nossa
História
.......................................UNILOJAS
SETE Lojas Maçônicas de Minas
Gerais decidiram, em histórica e importante deliberação,
levada a efeito no dia 20 de agosto de 2004,
tornarem-se Independentes, como foram todas
as Oficinas anteriores à constituição de
Anderson. Estas pioneiras Lojas desligaram-se do sistema Obediêncial
até então vigente, depois de esgotar todos os esforços
para mudar o modelo de relacionamento existente nas Potências
atuais, principalmente no que diz respeito às
Lojas a elas filiadas.
A relação, o tipo e o modo de poder existente até
então nas Obediências, muitas vezes corrompido ou
corruptível, também não cedeu face aos fortes
argumentos usados para alterá-los.
A intenção não era mudar por mudar. Visava
sim, o engrandecimento da Ordem, através
do fortalecimento das Oficinas, facilitando que os objetivos
filosóficos da nossa instituição fossem
alcançados. Secundariamente, pretendia-se dificultar, ou
até mesmo abolir e impedir, o uso inescrupuloso da influência
e do poder da e na Maçonaria, para
o benefício individual de uns poucos, em detrimento do
desenvolvimento harmônico dos Maçons
e da própria Humanidade. Objetivava-se
também, modernizar a Instituição,
em benefício de todos. Tudo em vão, pois a ambição
do poder falou mais alto, funesta e sanguinária, como definiu
Gonçalves de Magalhães.
Diante
disso, aquelas SETE Lojas mantiveram seu
caráter de Regularidade e Perfeição,
mas buscaram não só a Soberania,
mas algo diferente, inovador, que fosse uma verdadeira REENGENHARIA,
em busca da essência da qualificação filosófica
Maçônica e da aproximação com
a Verdade. Antes da definição,
estudaram muito e publicaram uma Carta de Princípios,
também em 20 de agosto de 2004, dando
início à União Mineira de
Lojas Maçônicas Independentes.
Aquela carta dispunha sobre os fundamentos da existência
das Lojas Maçônicas Independentes
e do laço de UNIÃO firmado
entre elas, com fincas nas antigas tradições
da Maçonaria Universal. Foi criada então,
uma comissão de Mestres Instalados,
com a participação dos Veneráveis
Mestres em exercício. Esta comissão, com
o apoio efetivo da Loja de Pesquisas Cel José
Persilva, Oficina dedicada ao estudo, formada por Mestres
Maçons, participante do movimento, dedicou-se exaustivamente
e, em 20 de agosto de 2006, apresentou para
aprovação unânime das Lojas,
a CONSTITUIÇÃO da UNILOJAS
– União Mineira de Lojas Maçônicas Independentes.
A CONSTITUIÇÃO ratificou a
Carta de Princípios, tornando-a parte
integrante do conjunto de normas, que passaria a reger aquela
UNIÃO de Lojas,
separando-a em Princípios Fundamentais, Gerais e Específicos,
acrescidos de Cinco Títulos e Trinta e Três
Artigos.
Os
33 Artigos da CONSTITUIÇÃO
da UNILOJAS, aliados aos 3
grupos de Princípios, asseguram claramente a Soberania
e Independência das
Lojas Maçônicas, assim como define que o PODER
emanará dos Conselhos Consultivo, de Administração
e de Veneráveis. Do Conselho Consultivo, tomarão
assento todos os Mestres Instalados de todas
as Oficinas. Este Conselho será responsável pela
definição das diretrizes, das políticas e
das ações da jurisdição. O Conselho
de Administração, eleito entre
os membros do Conselho Consultivo, pelo voto direto
de todos os Maçons ativos nas Lojas,
será responsável pela execução das
diretrizes, políticas e ações definidas e
aprovadas anteriormente, pelos Mestres Instalados. O Presidente
do Conselho de Administração receberá o titulo
de Grão Mestre. Dessa forma, a CONSTITUIÇÃO
RESTRINGE, em muito, o Poder desmedido, atribuído
ao cargo no modelo organizacional atualmente em uso, transformando-o
apenas, em um Executivo BEM fiscalizado,
sendo proibida a sua reeleição.
O Conselho de Veneráveis, formado pelos ocupantes ativos
da
Cadeira de Salomão das Oficinas unidas, será o responsável
pela divulgação das diretrizes, políticas
e realizações, no âmbito interno das Lojas.
Também é vedado o exercício
concomitante de cargos eletivos, em qualquer
dos Conselhos.
Estes pontos foram idealizados para assegurar-se a continuidade
administrativa sem o continuísmo do poder. Visam
ainda, assegurar o fortalecimento das Lojas, sem
qualquer interferência de um Poder Central, possibilitando
que desempenhem seu papel de liderança na sociedade profana,
sem dividir esforços, em lutas internas da Obediência.
Isto ocorrerá, porque simplesmente não existe Obediência,
mas UNIÃO, sendo a Potência,
uma entidade Virtual, sem poderes financeiros
ou econômicos, causa de tantas desavenças, discórdias,
intrigas e lutas, entre aqueles que deveriam buscar e dar exemplo,
de Fraternidade, Justiça,
Igualdade, Caridade, Liberdade e Amor.
É com esse Ideal Utópico,
mas perfeitamente Factível, que a
UNILOJAS foi idealizada e, tornada realidade, abre suas
portas para todos os Maçons, Lojas e Potências,
que querem ardentemente, unirem-se em prol do crescimento e fortalecimento
da Maçonaria e da Humanidade,
alicerçados nos grandes Princípios
Filosóficos da Ordem Maçônica.
Esta é sem dúvida, uma História de altruísmo
e dedicação de muitos Construtores,
abnegados pela Maçonaria, assim como
pela Humanidade. É também,
a História da UNILOJAS – União
Mineira de Lojas Maçônicas Independentes,
registrada efetivamente neste ano da Era Vulgar, de 2007, depois
de idealizada e tornada realidade, pelo trabalho efetivo e incansável
dos Irmãos das Fundadoras Lojas, Águias
de Minas, Cavaleiros Templários, Cel José Persilva
– Loja de Pesquisa, Doze de Setembro, Estrela do Horizonte,
Gal Moreira Guimarães – Roma II e Montsalvat.
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